Senso (in)comum
Descrever este blog é algo que não faz muito sentido ainda. Talvez nunca venha a fazer qualquer sentido.
domingo, 18 de setembro de 2011
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Dentes contra dentes
a vida é um ranger de dentes, noite após noite,
dentes contra dentes
o tempo que passa pode ser medido pelas fissuras
pelas extremidades esfareladas dos dentes
pelas áreas escurecidas de fumo e tártaro
pelo sorriso retorcido por gengivas retraídas
inflamadas
sanguinolentas
e contra o tempo, nada
a não ser maquiagens
e pequenas cirurgias
medidas paliativas
mas nada detém o tempo
os rasgos na máscara de silicone antibruxismo
denunciam a violência do tempo gasto na eterna luta de dentes contra dentes
dentes contra dentes
o tempo que passa pode ser medido pelas fissuras
pelas extremidades esfareladas dos dentes
pelas áreas escurecidas de fumo e tártaro
pelo sorriso retorcido por gengivas retraídas
inflamadas
sanguinolentas
e contra o tempo, nada
a não ser maquiagens
e pequenas cirurgias
medidas paliativas
mas nada detém o tempo
os rasgos na máscara de silicone antibruxismo
denunciam a violência do tempo gasto na eterna luta de dentes contra dentes
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Quem sabe?
Agora que o blog acaba de ser rebatizado, meio que de sopetão, quem sabe não frequento mais este espaço, tão mais íntimo e tímido do que seria de se esperar...
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Presságiobom

Eu e a minha filhota Mariana chegávamos a nossa casa, nesta noite de quarta-feira (19/5/2010), quando vimos um ser, que podia ser um morcego, entrar por entre as grades da janela do quarto dela. Para nossa surpresa, era um filhote de rolinha. Estava pousado sobre um livro de fábulas do Monteiro Lobato na cabeceira da cama de Mariana. Linda avezinha.
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Languidez
Quanta raiva desse espírito frágil
Dessa fragilidade (feminina?)
Dessa fraqueza mórbida
Do sorriso flácido
Da lágrima inútil
Dos olhos ignorantes
Dessa preguiça estúpida diante da vida
Dessa fragilidade (feminina?)
Dessa fraqueza mórbida
Do sorriso flácido
Da lágrima inútil
Dos olhos ignorantes
Dessa preguiça estúpida diante da vida
Brilho
Tenho um brilho insistente nos olhos
Nada até agora conseguiu embaçar
Dores, mágoas, tantas dores e mágoas
E nada conseguiu embaçar
Um dia pensei que havia perdido
O tal brilho nos olhos
Mas encontrei alguém que me disse:
Que olhos brilhantes!
Por vezes penso:
Não há mérito nem culpa
No brilho dos meus olhos
Apenas brilha o meu olhar
Nada até agora conseguiu embaçar
Dores, mágoas, tantas dores e mágoas
E nada conseguiu embaçar
Um dia pensei que havia perdido
O tal brilho nos olhos
Mas encontrei alguém que me disse:
Que olhos brilhantes!
Por vezes penso:
Não há mérito nem culpa
No brilho dos meus olhos
Apenas brilha o meu olhar
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