terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Languidez

Quanta raiva desse espírito frágil
Dessa fragilidade (feminina?)
Dessa fraqueza mórbida
Do sorriso flácido
Da lágrima inútil
Dos olhos ignorantes
Dessa preguiça estúpida diante da vida

Brilho

Tenho um brilho insistente nos olhos
Nada até agora conseguiu embaçar
Dores, mágoas, tantas dores e mágoas
E nada conseguiu embaçar

Um dia pensei que havia perdido
O tal brilho nos olhos
Mas encontrei alguém que me disse:
Que olhos brilhantes!

Por vezes penso:
Não há mérito nem culpa
No brilho dos meus olhos
Apenas brilha o meu olhar