Quanta raiva desse espírito frágil
Dessa fragilidade (feminina?)
Dessa fraqueza mórbida
Do sorriso flácido
Da lágrima inútil
Dos olhos ignorantes
Dessa preguiça estúpida diante da vida
Descrever este blog é algo que não faz muito sentido ainda. Talvez nunca venha a fazer qualquer sentido.
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Brilho
Tenho um brilho insistente nos olhos
Nada até agora conseguiu embaçar
Dores, mágoas, tantas dores e mágoas
E nada conseguiu embaçar
Um dia pensei que havia perdido
O tal brilho nos olhos
Mas encontrei alguém que me disse:
Que olhos brilhantes!
Por vezes penso:
Não há mérito nem culpa
No brilho dos meus olhos
Apenas brilha o meu olhar
Nada até agora conseguiu embaçar
Dores, mágoas, tantas dores e mágoas
E nada conseguiu embaçar
Um dia pensei que havia perdido
O tal brilho nos olhos
Mas encontrei alguém que me disse:
Que olhos brilhantes!
Por vezes penso:
Não há mérito nem culpa
No brilho dos meus olhos
Apenas brilha o meu olhar
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