Eis aqui uma canção com que minha mãe me ninava, na década de 60. Da letra, que assim como a melodia eu guardei para sempre na memória, não achei qualquer referência no Google. De quem será? Resolvi então registrá-la aqui sob o medo de um dia esquecê-la:
Vou construir lá na serra
P'ra com você morar
Uma casinha singela
Bem perto de um pomar
Lá nos seremos felizes
Se Deus quiser, eu bem sei
Lá hei de ver realizado
O sonho que eu sonhei
Quando a madrugada lá na serra raia
E a passarada lá no seu se vai
Não há paisagem mais bela e querida
Para alegrar nossa vida
Descrever este blog é algo que não faz muito sentido ainda. Talvez nunca venha a fazer qualquer sentido.
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Uma esperança matemática
Perdi o sentido da vida.
Não sei em qual esquina.
Balcão de loja.
Banco de ônibus.
Carro dos outros.
Não me lembro onde nem quando.
Sem pistas.
Sem chances de reencontrá-lo.
A não ser por acaso.
Resta sempre uma probabilidade.
Uma esperança matemática.
Não sei em qual esquina.
Balcão de loja.
Banco de ônibus.
Carro dos outros.
Não me lembro onde nem quando.
Sem pistas.
Sem chances de reencontrá-lo.
A não ser por acaso.
Resta sempre uma probabilidade.
Uma esperança matemática.
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